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Azar, destino ou acaso?
Matéria Escura
28 out 2020 | Por Jaqueline Silva (jack_cristina12@usp.br)

Jogando dados com a História

Explicações que tentam desvendar os porquês de as coisas ruins acontecerem existem há milhares de anos e são contadas no formato de lendas que perduram até hoje no imaginário cultural, sustentando as origens de que algo maior as propiciou, seja o azar, seja o acaso.

Quantas vezes as pessoas, ao entrarem em uma fila de caixa de supermercado, já se depararam com alguém lamentando o fato de ter escolhido a fila na qual a movimentação é mais devagar? Ou quem sabe já tenham proferido algo similar em outro contexto, como no trânsito turbulento de veículos em São Paulo e, percebendo que a faixa de carros ao lado está com o tráfego melhor, tenham mudado para a mais descongestionada, apenas para se dar conta alguns minutos depois que a optada está agora tão lenta quanto a anterior? Talvez esses indivíduos se convençam de que o universo é particularmente perverso ou que são grandes azarões que, por ventura, já quebraram um espelho e sabem que o azar dura bem mais que sete anos.

 O famoso mito grego “A Caixa de Pandora”, contado pelo poeta Hesíodo, relata a história de uma mulher que fora enviada à Terra por Zeus, portando apenas uma arca, a qual recebera instruções de jamais abrir. Os demais deuses inseriram no objeto uma porção de males que afetariam a humanidade caso fosse aberto: desavenças, violência, inveja, ira e diversas doenças que seriam como ruínas para o corpo e mente humanos; porém, embaixo de todos os malefícios, acrescentaram a esperança. Vencida pela curiosidade em saber o que a caixa continha, Pandora abriu-a e libertou todos os reveses ao mundo, mas fechou-a antes que a esperança pudesse se desencadear. Embora pareça ser um castigo enviado pelos deuses ou puro azar do gênero humano, a verdade é que esta história serviu muito mais para amedrontar crianças curiosas.     

Aos prantos, Pandora lamenta ter libertado da caixa todos os males que atingiriam a humanidade. Pintura de Walter Crane, Pandora (1885)

Aos prantos, Pandora lamenta ter libertado da caixa todos os males que atingiriam a humanidade. Pintura de Walter Crane, Pandora (1885)

                         

A tribo Dogon, oriunda do Mali (país interiorano do continente africano), conta um outro tipo de lenda acerca do assunto. Porém, nesta versão, os deuses pretendiam criar uma realidade magistral e para isso presentearam o planeta com uma espécie de ovo cósmico, do qual nasceriam gêmeos que trariam benefícios ao mundo, mas apenas se ambos saíssem ao mesmo tempo. Não é preciso alongar a história para saber que alguma coisa daria errado nesta cláusula e um deles acabou nascendo cedo demais, azarando os planos divinos.

Para o alívio pessoal de todo os humanos afetados: a justiça divina, bem como o azar e a sorte, não possuem embasamento experimental científico e são, portanto, difíceis de comprovar. É bem provável que milhares de entusiastas do pessimismo tentarão corroborar aquela lei universal de caráter premonitório de que se as coisas têm chance de dar errado, elas darão. Porém a popular Lei de Murphy, que explica o porquê do pão sempre cair com a parte da manteiga para baixo, também não é uma teoria científica comprovada, trata-se apenas de um comentário negativo sobre o universo dito pelo capitão da Aeronáutica norte-americana, Edward A. Murphy, ao dar uma bronca em um de seus encarregados, que alterara de modo acidental e errôneo os dados de um teste sobre efeitos gravitacionais em pilotos de jatos.

Mesmo não sendo apoiada pelo próprio Murphy, a máxima entrou para a história e faz parte do manual imaginário essencial para ser um pessimista, o que, no entanto, não a confere um título de legitimidade teórica.

 

A matemática por trás dos eventos

A pergunta mais abrangente não é “por que as coisas ruins se sucedem?”, pois o inverso também é real, visto que, teoricamente, coisas agradáveis têm a mesma probabilidade de ocorrer, é só que as pessoas não tem o maior costume de repará-las e de se perguntarem de onde se originaram, segundo o diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), matemático e especialista em sistemas de comportamento caótico,   Marcelo Viana. E são exatamente as probabilidades que ganham o papel de protagonistas quando questiona-se algo mais objetivo, como o porquê de as coisas realmente acontecerem.

Uma senhora francesa de 90 anos, chamada Jeanne Calment, passava por dificuldades financeiras em meados dos anos 1960 e aceitou um acordo com um advogado de 47 anos: ela venderia o apartamento em que residia em troca de um pagamento mensal que acrescentaria à sua renda e, quando a mesma falecesse, o advogado seria o novo proprietário do imóvel, podendo mudar-se de imediato para o local. A senhora Calment excedia a expectativa de vida francesa da época, mas, por coincidências ou excesso de sorte, viveu até os 122 anos e entrou para o Guinness Book como a supercentenária mais velha já documentada. O advogado? Por coincidência ou excesso de azar, morreu dois anos antes da “inquilina” e não chegou a possuir o imóvel em vida, que ficou para sua família. As probabilidades de alguém que faz um acordo que se baseia no tempo de vida da outra pessoa são arriscadas, já que esse tipo de métrica é imprevisível, principalmente se uma das partes vier a ser a recordista mundial em anos vividos.

A supercentenária de 122 anos e recordista do Guinness Book como a senhora mais velha já documentada na história, Jeanne Calment, conheceu até mesmo o pintor Van Gogh. [Imagem: Reprodução/ Folha de S. Paulo]

A supercentenária de 122 anos e recordista do Guinness Book como a senhora mais velha já documentada na história, Jeanne Calment, conheceu até mesmo o pintor Van Gogh. [Imagem: Reprodução/ Folha de S. Paulo]

É sensato dizer que as coisas acontecem porque são consequência de vários eventos combinados por meio das infinitas possibilidades antecessoras, sejam elas definidas como acasos ou determinismos. Ou seja, todos os objetos no universo possuem as formas que os delineiam e tomam espaços porque uma cadeia de acontecimentos anteriores os fez assim.

Uma série de eventos aparentemente não relacionados, mas que, em conjunto, causaram um acidente numa usina nuclear na Pensilvânia em 1979, levaram o sociólogo Charles Perrow a desenvolver a Teoria do Acidente Normal, que descreve porque sistemas complexos, como a própria vida no planeta, contam com fatores menores, detalhes (geralmente ignorados) que propiciam grandes desdobramentos em função dos simples acasos. No entanto, esses “acidentes” descritos por Perrow não carregam as limitações de serem chamados de maléficos ou benéficos, são apenas probabilidades reais.

Conceitualmente, de acordo com a matemática teórica e experimental da probabilidade, as possibilidades geradas a partir de um acontecimento inicial se distribuem no universo de maneira mais ou menos equilibrada.

Essa precisão aproximada, do ponto de vista aleatório, se deve ao fato de que os exemplos que demonstram os resultados das probabilidades contam com mais de uma análise, como os conhecidos lançamentos de um dado ou moeda no ar. Teoricamente, o arremesso de uma moeda define previamente que há 50% de chance de que a mesma caia como cara e 50% de chance de que caia como coroa; então, é realista afirmar que no decorrer de 100 lançamentos, metade destine-se à coroa e a outra metade, à cara. Porém, experimentalmente, a partir desses 100 lançamentos, uma pessoa pode se deparar com o resultado de 49 caras e 51 coroas; posteriormente, repetir o processo e alcançar a marca de 53 caras e 47 coroas e assim por diante. Essas oscilações, quase caóticas, causam um leve afastamento nas precisões, mas, definem com maiores chances a realidade.

 

O caos determinístico 

Na contramão das aleatoriedades, a própria matemática, assim como os âmbitos físicos, econômicos, biológicos e filosóficos, estuda um fenômeno de ordem caótica e ao mesmo tempo, determinística. A Teoria do Caos, ao contrário do que o nome parece à maioria das pessoas, não é sobre eventos aleatórios e desordenados acontecendo sem padrões; muito pelo contrário, os sistemas caóticos possuem ordens e regras dentro dos sistemas dinâmicos não-lineares. A teoria conta com um fenômeno fundamental de instabilidade chamado de sensibilidade às condições iniciais. De maneira resumida, significa que esses sistemas e seus comportamentos são determinados pelas condições iniciais.

Em entrevista para o Laboratório, Viana elucidou que o caos tem origem na filosofia grega e nasceu como conceito de contraposição à ideia de cosmos, que significa ‘ordem’. De acordo o especialista, com essas designações, uma inteligência ou divindade teria criado o cosmos a partir de uma massa amorfa de caos, quase como uma relação de “desorganizar para organizar”, embora esses termos não sejam sinônimos da definição usual. Viana afirma porque é importante diferenciar os sistemas caóticos de sistemas aleatórios como o lançamento de moedas, pois o caos é sobre a imprevisibilidade, mas não desordem. A trajetória da Teoria do Caos é baseada em provar que existe lógica por de trás do acaso, que pode ser calculado – como uma ordem escondida no caos.

Nós somos livres na tomada das nossas próprias ações ou tudo é criado de novo, em um eterno ciclo? Seguimos as leis naturais ou somos submetidos ao tempo e espaço? O laço temporal, por exemplo, tem um forte impacto sobre os princípios da casualidade. É possível mudar o curso das coisas e ser mais sortudo? A maioria dos cientistas diria que não, porque o determinismo causal proíbe isso. Os filmes de ficção científica que tratam sobre viagens no tempo, como De Volta Para o Futuro, Efeito Borboleta e Corra Lola, Corra ou a comédia romântica Questão de Tempo, definem de forma bem simples como as coisas funcionam a partir da ótica do determinismo, diz Viana. Tudo o que aconteceu no passado definiu o presente e o futuro; bem como as interferências causadas pelas viagens temporais têm forças para serem parte da concretização natural.

Marcelo Viana conta sobre uma das bases da Teoria do Caos feita em 1961, em que o físico Edward Lorenz pesquisava sobre modelos climáticos e conseguiu fazer uma reconstrução do planeta Terra de maneira computadorizada, que levava em consideração os fenômenos de temperatura e ventos. Fazendo previsões a partir de contas matemáticas, Lorenz pôde perceber que as condições climáticas do computador divergiam da realidade e foi só quando descobriu que o cartão de memória possuía apenas três dígitos depois da vírgula, enquanto os números armazenados do computador tinham seis, notou que pequenas alterações ampliadas poderiam compor uma diferença enorme nas simulações e seria assim também nos diversos eventos na vida cotidiana. 

Todas essas relações são necessárias, pois, a partir delas, Edward Lorenz desenvolveu o Efeito Borboleta, uma das bases da Teoria do Caos, que é definida como uma dependência sensível dos resultados finais às condições iniciais de alimentação dos dados, popularmente descrita como “o bater de asas de uma borboleta no Brasil pode causar um furacão no Texas”. E se o bater de asas de uma borboleta pode causar um furacão, então um furacão de átomos agindo mutuamente causou todas as borboletas.     

Borboletas em caos. [Imagem: Reprodução/ O Livro da Economia – São Paulo, Editora Globo, 2013 – página 278]

Borboletas em caos. [Imagem: Reprodução/ O Livro da Economia – São Paulo, Editora Globo, 2013 – página 278]

Em estudo realizado pela University College London (UCL),  cientistas detectaram recentemente que a Teoria do Caos também se manifesta nas ordens neuronais do cérebro humano, estimando que uma perturbação mínima em um neurônio poderia afetar milhões de outras ligações entre os mesmos e até atrapalhar a confiança das informações posteriormente repassadas. Questionado se todos os seres vivos podem ser naturalmente caóticos, Viana relatou que, muitas vezes, as sensitividades às alterações transformam os sentidos da vida e alteram inúmeras cadeias do organismo dos seres vivos; porém a linearidade é maior, já que a vida possui uma espécie de retroalimentação. Por exemplo, como Viana exemplifica, um vírus não tem capacidade eficaz de contaminação se o mesmo se multiplicar excessiva e rapidamente, trazendo falência aos hospedeiros; mortos os hospedeiros, morrem os vírus. 

Viana afirma ainda que as “previsões” probabilísticas podem não ser totalmente determinadas, mas que é possível que definam coisas que se situam em pontos mais aproximados. Segundo Viana, isso dá proveito às estatísticas econômicas, por exemplo: os investimentos feitos numa bolsa de valores são conferidos com teor caótico, podendo render lucro ou falência a quem os executa. Alguém pode investir uma quantidade pequena de dinheiro no setor de imóveis e lucrar absurdamente; da mesma forma, futuramente, contribuir com uma crise de ordem global, por condições de instabilidade em outras áreas que afetam o mesmo setor imobiliário, como aconteceu com os Estados Unidos em 2008. A economia é caótica, mesmo quando os indivíduos não o pretendem ser. 

 

A psique do azar

Cotidianamente, há quem diga que tudo na vida acontece por uma razão. Isso é verdade, pois coisas tangíveis e intangíveis possuem razões para ser como são, ou seja, as eventualidades nascem com causas e essas causalidades antecedem os eventos. É possível pensar nos relatos de pessoas que ganharam na loteria, por exemplo: muitos, no geral, não possuíam um acúmulo de capital abastado anteriormente, mas por terem comprado um bilhete e marcado de maneira aleatória números que não tem conexão nenhuma entre si (pelo menos no campo universal, já que apostas podem conter as preferências de quem as realiza), chegaram a uma quantia de dinheiro bem maior que a soma dos números escolhidos. Nesse caso, ter comprado o bilhete é a causa e ter ganho na loteria é o evento.

No livro O Andar do Bêbado, do físico Leonard Mlodinow, o autor busca explicar de maneira científica como o acaso determina a vivência humana e cita a história de um espanhol que ganhou na loteria apostando no 48 como número final da sequência eleita. Ao ser entrevistado, o felizardo revelou que apostara porque havia sonhado com o número sete por sete noites seguidas e constatara que sete vezes sete tinha como resultado o 48. Bem, quem puder se lembrar das tabuadas logo percebe o equívoco nos cálculos do homem. Por outro lado, se ele tivesse feito a conta exata, não teria sido o ganhador da loteria.  

É neste ponto que se discute a carga significativa que os indivíduos atribuem à sucessão de eventos. Por inúmeras vezes, as percepções acerca de um acontecimento são executadas e memorizadas de acordo com a intuição pessoal de cada um. Entrevistada sobre o papel da intuição humana na tomada de decisões, a psicóloga organizacional e psicanalista Marcela Della Libera elucida que pessoas intuitivas encaminham suas escolhas específicas ao ligarem-se principalmente ao autoconhecimento, preferindo opções próximas aos gostos particulares que façam mais sentido dentro das próprias vidas.

Por essa mesma razão, é importante ressaltar que amuletos costumeiramente usados para atrair a sorte ou afastar o azar não exatamente adiantam de maneiras tangíveis; no entanto, podem influenciar a forma como os indivíduos se sentem. Às vezes, a utilização de adereços garante mais confiança e calma ao dono do objeto, o que altera para melhor o desempenho em uma prova escolar, por exemplo. Contudo, isso tem pouco a ver com sorte, mas muito com a psique do afetado.

Para os irlandeses, quando o trevo de quatro folhas é encontrado, traz sorte, esperança, fé e amor a quem o achou. [Imagem: Reprodução/ Free Images]

Para os irlandeses, quando o trevo de quatro folhas é encontrado, traz sorte, esperança, fé e amor a quem o achou. [Imagem: Reprodução/ Free Images]

Adicionalmente, a partir disso, é possível que indivíduos avaliem de maneira equivocada o papel do acaso. Della Libera dá um exemplo sobre a crença nas horas iguais, como 12h12, e faz uma relação: uma pessoa pode crer que presenciar essa eventualidade é um sinal de sorte, em contrapartida, outra pessoa pode definir como azar, ainda que a situação seja exatamente a mesma. Acrescenta, porém, que a maneira como esse acontecimento se apresenta a cada uma determina o comportamento e o interesse individual de ambas, ainda que se trate de uma simples casualidade.  

Esses tipos de determinismo assumidos por uma gama de indivíduos assemelham-se à crença na existência do destino, algo que também não possui comprovação científica. Segundo a psicóloga, no entanto, os humanos são mais propensos a acreditar na ordem do destino porque isso facilita a ideia de que mesmo quando as coisas ruins acontecem, só se realizam por um propósito maior, que posteriormente será revelado; algo que não é garantido quando se crê nas triviais aleatoriedades do universo.

Ao ser questionada sobre a ótica pessoal do que acreditava, a psicanalista confessou confiar no inevitável e acreditar que as coisas acontecem por um propósito que nem sempre se apresenta como fácil de entender, também relata que as pessoas pendem ao otimismo e ao pessimismo e por muitas vezes, ligam essas características à sorte e ao azar. Della Libera enfatiza, sobretudo, que os detalhes fazem toda diferença.

 

A natureza é uma fortuna de todos

Embora seja inquestionavelmente correto dizer que o mau tempo causado pelo clima não tenha intenção de prejudicar o trânsito de uma cidade caótica, os fatores podem aparentar divergências quando o assunto é o mundo vivo. Os ancestrais humanos passaram boa parte da vida tentando se defender das espécies primitivas que os cercavam, como pítons, tigres-dente-de-sabre e crocodilos famintos; do mesmo jeito, até hoje, as zebras aceleram o passo da corrida para não virarem meras presas azaradas de um bando de leões. No entanto, essas circunstâncias são parte das ordens naturais do instinto animal.

A partir da seleção natural, Charles Darwin definiu que a batalha para sobreviver é comum a todos os seres vivos, unidos pelas possibilidades alçadas a partir da competição: os predadores ou parasitas causam perjúrios às presas ou hospedeiros; em contrapartida, as presas e hospedeiros reagem escapando ou interceptando obstáculos de modo a esquivar de seus predadores e parasitas. Por exemplo, os vírus se tornam inofensivos a partir da imunização de um infectado ou de alguém devidamente vacinado contra a doença, fazendo com que as cargas virais sucumbam e até mesmo se erradiquem.

Se foi por intermédio da sorte que o homem dominou o fogo para espantar seus primitivos predadores; se foi por coincidência que o bacteriologista Alexander Fleming descobriu a penicilina em seu laboratório; ou se foi a partir da lógica do caos determinista que uma borboleta, ao bater as asas no Brasil, causou um furacão no Texas; as razões são difíceis de atestar e se tornam, assim, partes intrínsecas de mistérios ainda não revelados. Definido mesmo é que as cidades continuam acordando todos os dias, sendo o acúmulo imprevisível das milhões de pessoas que a atravessaram, bem como uma profusão de experiências e histórias que dependem dos detalhes de ontem para compor novas interações no hoje e no amanhã, sejam eles terminalmente ruins ou excepcionalmente bons. 

 

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