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Filme B, porém honesto
CINÉFILOS
17 jan 2009 | Por Jornalismo Júnior

Ricky Hiraoka

Devido à preguiça ou à falta de competência, os norte-americanos produziram nos últimos anos vários remakes de películas estrangeiras de terror, como O Chamado. A mais recente novidade dessa safra é Quarentena (Quarentine), baseado no longa espanhol REC.

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No filme, a repórter Ângela Vidal (Jennifer Carpenter) acompanha a rotina de um corpo de bombeiros por uma noite. Na maior parte do tempo, a paz reina, entretanto, após um chamado tudo se modifica. Ângela, mais o cameraman Scott e dois bombeiros, vão para um prédio de três andares ajudar uma senhora que grita incessantemente em seu apartamento. Ao arrombarem a porta, a senhora, que estava sentada ensanguentada, morde ferozmente um dos bombeiros. Nesse instante, o terror se inicia. O outro bombeiro desce até o saguão do prédio para pedir ajuda a uma ambulância e descobre que o prédio foi fechado e está cercado pela polícia. O pânico se espalha entre moradores e a diversão do espectador começa.

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Com uma única e nervosa câmera (vemos tudo através de Scott), Quarentena tem ares de transpira tensão e angústia durante todos seus 89 minutos. A correria é grande, injetando muita adrenalina em que vê. O maior mérito do filme é não tentar inventar demais. Ele trabalha bem os clichês do gênero, criando um filme b, mas muito divertido Quarentena cumpre a principal função dos filmes de terror: assusta, desespera e, claro, faz rir.

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O Cinéfilos é o núcleo da Jornalismo Júnior voltado à sétima arte. Desde 2008, produzimos críticas, coberturas e reportagens que vão do cinema mainstream ao circuito alternativo.
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