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Resultado da enquete “Vale a pena adaptar filmes que não foram feitos em 3D para essa tecnologia?”
CINÉFILOS
06 nov 2012 | Por Jornalismo Júnior

Para 60% dos leitores do Cinéfilos o resultado da adaptação para 3D de filmes que não feitos para essa tecnologia não é satisfatório. Os 40% restantes dizem gostar de ver clássicos adaptados.

Levados pela febre do 3D, estúdios estão adaptando e relançando alguns títulos de sucesso em Blue-Ray e até em salas de cinema. Em geral, podemos constatar que grande parte dos filmes adaptados não conseguem explorar todas as possibilidades das 3 dimensões, pois já estão finalizados e não foram pensados com esse propósito desde o início. Apenas algumas cenas têm o efeito desejado – mas isso não é diferente de  filmes que são planejados e (mal) feitos originalmente em 3D.

Assim, passando o momento de novidade, o espectador pode achar que não vale a pena pagar um ingresso muito mais caro para ver apenas algumas cenas com a sensação de os objetos e personagens estarem “saindo da tela”.

No entanto, no caso de lançamentos em Blue-Ray, as adaptações fazem sentido para o mercado do cinema e audiovisual pois alimentam o consumidor que investiu para ter um cinema em casa, comprando um aparelho de Blue-Ray, uma televisão 3D (com óculos e tudo), e um sistema de home theater, já que não há uma produção muito grande de filmes 3D, que necessitam de orçamentos enormes até mesmo para os padrões de Hollywood.

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O Cinéfilos é o núcleo da Jornalismo Júnior voltado à sétima arte. Desde 2008, produzimos críticas, coberturas e reportagens que vão do cinema mainstream ao circuito alternativo.
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