Quando o silêncio fala mais alto: os finais abertos no cinema
De clássicos a produções contemporâneas, o recurso provoca questionamentos e redefine a relação entre obra e espectador
De clássicos a produções contemporâneas, o recurso provoca questionamentos e redefine a relação entre obra e espectador
Carros explodindo, vidros quebrando, poderes mágicos e até um tom de pele diferente. Tudo isso é muito conhecido no imaginário popular dos filmes de Hollywood. Entre milhares de outros, esses exemplos constituem os efeitos especiais. Utilizados, inicialmente, em filmes para o público infantojuvenil e, por isso, sendo negligenciados, essas técnicas usadas na produção de obras …