Mocinhos, vilões e ferrovias: o universo à parte do faroeste americano
Em quase 122 anos de existência, o gênero western revolucionou técnicas cinematográficas e se reinventou diversas vezes ao longo das décadas
Em quase 122 anos de existência, o gênero western revolucionou técnicas cinematográficas e se reinventou diversas vezes ao longo das décadas
Primeiro filme brasileiro original da Netflix, O Matador (2017) traz o gênero do faroeste, ou western, às terras do Nordeste brasileiro. Inspirado no livro O Cabeleira (1876), do escritor cearense Franklin Távora, o longa se passa no árido sertão pernambucano e retrata a vida sertaneja, o cangaço, o abandono, a desigualdade e a violência. O …
Netflix: ‘O Matador’ – um faroeste à brasileira visualmente bonito, porém superficial Leia mais »
Este filme faz parte da 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Para mais resenhas do festival, clique aqui. Os filmes de western clássicos, de chapéus, cavalos e revólveres, nunca na história do cinema trouxeram um protagonismo feminino significativo. Apoiados em uma ideologia estadunidense ultranacionalista, os faroestes arrastam as minorias para fora do cenário ao …
41ª Mostra Internacional de SP: Marlina the Murderer in Four Acts Leia mais »
A dança da morte em 165 minutos. Assim podemos descrever Era Uma Vez no Oeste (C’era una Volta il Oeste, 1968). Trata-se do mais famoso filme do estilo western spaghetti, nome dado à versão do cinema faroeste americano das décadas de 50 e 60 que surgiu mais ou menos dez anos depois, na Itália. Foi …
Após o derrame de sangue de Kill Bill vol. 1 – e a revelação inesperada que acontece nos minutos finais do filme – é quase impossível controlar a curiosidade por Kill Bill vol. 2 (idem, 2004). Mas para quem esperava ver mais cabeças decepadas e lutas de kung fu, o filme pode ser meio decepcionante. …
Menos sangue, mais história e um final inesperado Leia mais »