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O que toca na Sala33: Brisa
Escuta Aí
04 dez 2018 | Por Jornalismo Júnior

Imagem: Gabriela Teixeira / Comunicação Visual – Jornalismo Júnior

É sempre bom ter aquelas músicas que você ouve quando precisa de teletransportar do lugar em que está para um universo paralelo, não? O Sala33 fez uma seleção para você ver como as pessoas fogem da suas realidades e se transportam para suas próprias brisas!

 

Pink Floyd – Astronomy Domine (Laura Alegre)

A renomada banda de rock é conhecida pela pegada bem alternativa e revolucionária para sua época. Astronomy Domine é um exemplo de como o conjunto conseguia inovar tanto ao ponto de chegar a fazer o ouvinte divagar muito ouvindo suas canções, e ao mesmo tempo, curtir muito o som. Recomendo ouvir essa música num lugar tranquilo e escuro, parece que você é teletransportado para outro universo ao fazer isso!

 

Djavan – Eu Te Devoro (Ao vivo) (Maria Eduarda Nogueira)

O Djavan é conhecido por seu ritmo gostosinho de ouvir, que nos permite viajar ao ouvir os primeiros acordes. Em “Eu te devoro”, a melodia suave é perfeita para aqueles momentos em que queremos relaxar. Além disso, a letra um tanto quanto misteriosa dá um toque ainda mais legal para a música. Perfeita para escutar enquanto balança na rede!

 

Cirque du Soleil – Kumbalawé (Beatriz Gatti)

Tinha um DVD de “Alegria” do Cirque du Soleil em casa e era fissurada nele, ficava encantadinha vendo e revendo todas aquelas danças e acrobacias absurdas. Depois de um tempo minha mãe comprou o CD de outro espetáculo, “Saltimbanco”, cuja música de abertura é essa. Nunca fiz ideia de como cantar a letra, mas sempre fiz os sonzinhos e adorava acompanhar a melodia gostosa da flauta, porque eu tocava na escola. Não sei se consigo encaixar como música “brisa”, mas ela definitivamente me faz pensar em várias coisas de imaginação que eu tinha quando pequena.

 

Sublime – Santeria (Gabriela Bonin)

O começo da melodia de Santeria já me traz um sentimento meio doido de nostalgia, mesmo essa não tendo sido uma música que ouvi muito durante a infância. Talvez pelo ritmo gostoso e leve, essa é uma das músicas que me faz refletir sobre a vida e faz com que eu sinta que no fim as coisas vão se ajeitar. Por mais que a letra não seja sobre tranquilidade (em alguns momentos, é o oposto disso), a melodia contribui muito para me fazer sentir assim.

 

Armandinho – Outra vida (Gabriela Bonin)

Armandinho sempre acerta nas músicas de brisa. Gosto muito dessa em específico porque traz essa ideia de não ter pressa para que as coisas aconteçam. Ela é parte do álbum de uma apresentação ao vivo do Armandinho em Buenos Aires que eu ouvia repetidamente uns anos atrás. Então, ouvir ela me faz pensar sobre meu ensino médio e viajar em uns pensamentos desse tipo.

 

The XX – Intro (Gabriel Bastos)

Apesar de ser apenas uma introdução de um álbum, Intro acabou sendo uma das produções mais famosas do grupo inglês The xx, logo em seu álbum de estreia. É curioso analisar a força com que uma música, mesmo sem letra alguma, pode adquirir. Será que são seus instrumentais fortes? Ou seria o coro de vozes que seguem construindo e desenvolvendo a melodia? Não dá para saber… De perceptível, apenas a sua imponência, fazendo um convite a muita reflexão e introspecção ao seu profundo “eu”. Ou isso tudo pode ser apenas uma bobagem total, afinal, cada um tem sua própria brisa… Mas quem sabe essa não é a sua?

 

Moby ft. Skylar Grey – The Last Day (Gabriel Bastos)

Transcender. É só fechar os olhos para sentir a mágica: batida profunda, um sonoro “mantra” a se repetir e a bela voz da cantora Skylar Grey, seduzindo todos nossos pensamentos. Quando juntos e misturados, esses ingredientes resultam numa grande transcendência, tipo aquela do meme do cérebro explodindo, ou como uma abdução, um grande entorpecente musical – se é que isso existe. O foco da questão é que essa música tem um poder gigantesco sobre o ouvinte, a base de seu profundo melodrama. Para triplicar os efeitos dessa brisa, ouça esse hino injustiçado quando estiver curtindo uma bad, por exemplo. Vale muito a pena…

 

Sticky Fingers – Freddy Crabs (Tamara Nassif)

A Sticky Fingers é reconhecida por suas cadências ritmadas, letras, hm, com pouco nexo, e um toque que embala e transcende quem quer que a ouça. Com Freddy Crabs não seria diferente. Talvez a mais icônica do grupo, ela se inicia com um som difícil de descrever, mas que é capaz de introduzir quem a ouve em um universo completamente alheio ao nosso. Os primeiros versos indicam esse sentimento, também: “I’m found lost without a trace” (Eu me encontrei perdido sem um traço). Independentemente de qual for a sua “brisa”, uma coisa é certa: é impossível a ouvir a essa música com indiferença.

Por Equipe Sala33

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