No dia 25 de outubro de 1975, Vladimir Herzog era chamado para depor no Departamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), lugar em que foi torturado até sua morte. 50 anos depois, a palavra-chave é resistência.
Um ato inter-religioso na Catedral da Sé que recriou a histórica cerimônia de 1975 e a 14° Roda de Conversa do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos celebram os 50 anos de Vlado, de um legado de luta por democracia e memória. No infográfico de Débora Van Pütten, Luana Riva e Raí Carvalhal, conheça a trajetória do jornalista, uma vida silenciada pela violência.
