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Dia Mundial da Alimentação: Diversidade na mesa

Nessa fotorreportagem da repórter de audiovisual, Sofia Colasanto, são retratados os costumes alimentares nos arredores da capital paulista
Por Sofia Colasanto (sofiacolasanto2@usp.br)

Em 1981, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) determinou a data 16 de outubro como o Dia Mundial da Alimentação, com o objetivo de propor uma reflexão sobre a relação das pessoas com os alimentos, além da busca pela segurança alimentar e nutricional das populações. Nesta data, reflita sobre os diferentes hábitos alimentares que circulam em São Paulo.

As manhãs na cidade mais populosa do Brasil são agitadas. Muitos habitantes precisam realizar sua primeira refeição do dia em um tempo curto e podem até  precisar comer no trajeto para o trabalho. De acordo com a pesquisa Estresse e comportamento alimentar, o estresse psicológico, que é  comum na vida dos paulistanos,  leva a piores escolhas alimentares, como optar por alimentos com alto teor de açúcares e gordura. O artigo também afirma que  o estresse pode induzir ao maior consumo de alimentos e levar pessoas ao sobrepeso.

Tradicional pão na chapa com média (café com leite) para começar o dia

Lanchonete na estação Butantã, uma opção para tomar café antes do trabalho

O café da manhã consumido rapidamente para enfrentar um longo dia

Já outra parte da população consegue visitar um espaço emblemático dos hábitos alimentares brasileiros: a feira livre. Além de comprarem diversos legumes, frutas e hortaliças direto do produtor para a semana, muitos frequentadores aproveitam para consumirem a famosa combinação de pastel com caldo de cana pela parte da manhã.

Barraca de pastel em feira livre, no bairro da Lapa

Barraca de caldo de cana, também conhecido como garapa, em feira livre no bairro da Lapa

O almoço é uma pausa no meio do dia, que alimenta o corpo e descansa a mente em boa companhia. Em São Paulo, o que não falta é opção para todos os gostos e bolsos.

Estabelecimentos que possuem um cardápio diversificado são comuns em São Paulo. É o caso desta pastelaria e lanchonete, que também serve yakisoba

Restaurante elegante no bairro de bairro Pinheiros

Em 2025, o Mcdonald ‘s foi reconhecido como a rede de fast-food mais consumida pelos brasileiros. Até 2021, já haviam 200 franquias do restaurante na cidade de São Paulo

Um almoço de vó, uma refeição que oferece conforto e ficará guardada na memória dos netos para sempre

Porém, não é toda a população que consegue escolher o que e quanto come. Em 2024, cerca de 50%dos habitantes da cidade de São Paulo viviam com algum grau de insegurança alimentar. Ou seja, metade dos cidadãos não comiam em quantidade e qualidade adequadas para manterem uma vida saudável. O município mais rico do Brasil ainda encontra dificuldades para garantir a segurança alimentar e nutricional para seus residentes.

Quem consegue almoçar em um restaurante?

Enquanto alguns preferem pedir suas refeições por delivery, 32% dos entregadores de SP e RJ enfrentam insegurança alimentar

Unidade do programa Bom Prato, que oferece alimentação de qualidade para a população vulnerável com um café da manhã a R$ 0,50 e o almoço a R$1,00

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