Home Especiais Conheça a seleção feminina que disputará a Copa
Conheça a seleção feminina que disputará a Copa
ARQUIBANCADA
08 jun 2019 | Por Danilo Moliterno e José Higídio (danilomoliterno@usp.br e zehigidio@usp.br)

No dia 9 de junho, a seleção brasileira de futebol feminino inicia a jornada pela busca do título inédito da Copa do Mundo. As 23 mulheres convocadas pelo técnico Vadão já estão na França – sede da competição. O Arquibancada conta, agora, tudo que você precisa saber sobre cada uma das guerreiras que representarão o Brasil na Copa.

A seleção posa para foto. De pé: Erika, Bia, Thaisa, Marta, Aline, Barbara, Lele, Geyse, Formiga, Cristiane e Kathellen. Sentadas Tayla, Monica, Andressinha, Tamires, Fabi (cortada), Debinha, Andressa e Leti [Imagem: Divulgação / CBF]

1 – Bárbara

A recifense – revelada pelo Sport – já tem muita história pelo Brasil. Afinal, integra  a seleção principal desde 2007, quando ainda era reserva da veterana Andréia. Hoje, aos 30 anos, o título de veterana é seu, bem como o currículo invejável: dois ouros e uma prata em Pan-Americanos, uma prata Olímpica, um vice-campeonato mundial e um título de Copa América.

Em clubes, teve curtas passagens por times nacionais e também europeus, mas vem se firmando pelo Kindermann (atualmente associado ao Avaí). Na sua primeira passagem pelo time catarinense, foi campeã da Copa do Brasil em 2015. Na segunda, que dura até hoje, conquistou o prêmio de melhor goleira do Brasileirão 2018. Em alta, Bárbara está prestes a disputar sua quarta Copa do Mundo, e a primeira como titular.

 

2 – Poliana

Atletismo, basquete, handebol, futsal… Quando jovem, Poliana adorava todos os esportes e demorou a decidir qual deles seguir. Acabou optando pelo futebol, começando na base do Rio Preto, e não demorou a chegar a grandes clubes como Santos e São José. Neste último, foi tricampeã da Libertadores e venceu o Mundial. Passou alguns anos fora, destacando-se nos EUA e, este ano, retornou ao clube que lhe rendeu tantos títulos.

A lateral-direita chegou há pouco tempo no plantel da Copa, pois foi chamada na última segunda-feira (03) para o lugar de Fabi Simões, que sofreu lesão muscular durante um treino e teve que ser cortada. Mas Poliana não é cara nova na seleção, pois vem integrando o elenco da canarinho nas principais competições desde 2015, além de já ter atuado pelo sub-20.

Poliana veste a amarelinha [Imagem: Divulgação / CBF]

3 – Daiane

O futebol é instrumento de ascensão social para muitos atletas, e isso fica claro na história da Daiane. O salário pago pelo Paris Saint-Germain, seu clube atual, auxilia seus pais e alguns dos seus 22 irmãos no sonho da casa própria. A análise da sua trajetória, começando no Kindermann, passando com boas atuações por Rio Preto e Avaldsnes da Noruega, até chegar ao PSG, deixa claro o esforço da zagueira para melhorar as condições da família.

Ela já vinha participando da seleção sub-20 desde 2015, até ser chamada por Vadão para o time principal em 2018, estando presente no plantel da última Copa América. Foi a última jogadora a se apresentar no time principal para o mundial na França, já que foi confirmada apenas nesta sexta (7) para a vaga de Érika, diagnosticada com uma lesão na panturrilha esquerda.

 

4 – Tayla

A defensora foi revelada pelo Santos, clube pelo qual acumula diversas conquistas nas suas duas passagens, incluindo uma Libertadores invicta em 2009 e o prêmio de melhor zagueira do Brasileirão no ano passado. Títulos também não lhe faltaram durante seu período no Foz Cataratas, e em menos de seis meses atuando pelo Benfica, já conta com uma Taça de Portugal no currículo.

Tayla é mais uma das jogadoras a vir da seleção sub-20 para a principal. Esteve presente na Copa América em 2014 (quando o Brasil se sagrou campeão) e também na Copa do Mundo de 2015. Após um período fora das convocações devido a lesões, ela vem sendo chamada por Vadão e tenta trazer o caráter vitorioso de sua carreira para a equipe nacional.

 

5 – Thaisa

Apesar das passagens por América Mineiro, São José e Ferroviária (por duas vezes), a volante tem maior experiência no futebol internacional: já foi vice-campeã da Liga dos Campeões da Europa pelo sueco Tyresö, e atualmente defende o Milan – a primeira brasileira na história a vestir a camisa do time italiano.

Desde a chegada de Vadão, Thaisa aparece com frequência nas convocações. Foi campeã sul-americana em 2014 e ouro no Pan 2015. Participou também dos últimos Jogos Olímpicos e da última Copa. Chega a esta edição do mundial como referência no meio de campo.

6 – Tamires

Nascida em Caeté-MG, Tamires Cássia, aos 15 anos, mudou-se para São Paulo em busca de seu sonho – ser jogadora de futebol. Após um início meteórico com passagens por Santos e Charlotte Eagles (EUA), a lateral-esquerda abandonou os gramados aos 21 anos, quando descobriu estar grávida.

Em 2013, a forte mulher voltou ao futebol. Já no ano seguinte, conquistou a Copa América Feminina pela seleção brasileira e, em 2015, estava presente na conquista do Ouro no Pan-americano de Toronto. Hoje com 32 anos, ela atua pelo Fortuna Hjørring, time pelo qual foi bicampeã do Campeonato Dinamarquês e da Copa da Dinamarca.

 

7 – Andressa Alves

Passou por diversos clubes brasileiros, destacando-se na Ferroviária e no São José, pelo qual foi campeã da Libertadores e do Mundial. Mergulhou então na carreira internacional, tornando-se, em 2016, a primeira jogadora brasileira na história a atuar pelo Barcelona. Joga até hoje no clube, tendo sido vice-campeã europeia recentemente.

Sua história na seleção também começou no sub-20. Participou dos dois últimos títulos de Copa América, do ouro nos Pan-Americanos do Canadá, e da última edição da Copa do Mundo. Andressa foi convocada para a Copa da França como atacante, mas é extremamente versátil, e o próprio Vadão já a utilizou como meia, volante e lateral.

8 – Formiga

Talvez o maior símbolo do futebol feminino no Brasil. Aos 41 anos, Formiga é a pessoa que atuou em mais edições de Copa do Mundo  – disputará o torneio pela sétima vez (1995, 1999, 2003, 2007, 2011 e 2015). São 24 anos de serviços prestados à seleção, duas pratas olímpicas e o vice-campeonato mundial de 2007. Ela se tornará a atleta mais velha a disputar um mundial, e nem mesmo a idade é capaz de tirar-lhe a titularidade absoluta.

Atualmente atleta do Paris Saint Germain (França), a brasileira já atuou por grandes times nacionais (São Paulo e Santos) e times internacionais de tradição no futebol feminino (Chicago Red Stars dos Estados Unidos e o próprio PSG). Ela, que chegou a se aposentar da seleção em 2016, está de volta, para guiar o Brasil com sua experiência  em uma grande campanha.

9 – Debinha

Após iniciar a carreira no Lorena, a atacante da seleção passou por times de média expressão como Foz Cataratas e Centro Olímpico. Jogou, então, entre 2013 e 2015, no norueguês Avaldsnes IL – neste meio tempo, foi emprestada ao São José, pelo qual venceu a Libertadores e o mundial de 2014.

Atualmente, joga pelo North Carolina Courge dos Estados Unidos, onde venceu a liga nacional de futebol feminino em 2018. A camisa 9, titular da seleção, fazia parte do elenco que ficou na quarta posição nas olimpíadas de 2016.

10 – Marta

Maior artilheira da história das Copas. Maior artilheira da seleção brasileira (contando feminina e masculina). Única atleta do futebol a ser eleita melhor do mundo por seis vezes, sendo cinco consecutivas. Para muitos, a maior jogadora da história. A grandiosidade de Marta é inexplicável. A atacante é, com certeza, uma lenda em atividade.

Iniciou sua carreira aos 14 anos, no Vasco, e ganhou notoriedade mundial após se transferir para o sueco Umeå, onde viveu seu auge e conquistou diversos títulos. Depois, trouxe troféus para todos os clubes que passou de 2009 a 2017: Santos; Gold Pride e WNY Flash (ambos do EUA); Tyresö e Rosengård (Suécia). Atualmente defende o também americano Orlando Pride.

Sua trajetória na seleção é até difícil de listar. Ela esteve em praticamente todas as campanhas importantes do Brasil, vitoriosas ou não. Destaque para dois ouros Pan-Americanos, três títulos de Copa América, e uma participação de gala na Copa do Mundo de 2007, na qual foi artilheira e melhor jogadora. O Brasil não saiu campeão naquele ano por pouco, mas Marta, aos 33 anos e na sua quinta tentativa, ainda é a maior esperança para um título inédito agora na França.

11 – Cristiane

O currículo é extenso. O futebol é de extrema qualidade. Veterana e uma das mais conhecidas jogadoras do elenco, Cristiane jogará a sua quinta Copa do Mundo. Um dos maiores destaques da melhor geração brasileira, ela esteve presente nas melhores campanhas da história da seleção canarinho – Ouro Pan (2007 e 2015), prata Olímpica (2004 e 2008), vice mundial (2007) e muitas outras.

Jogou nos mais tradicionais times do mundo: Corinthians, Santos, Chicago Red (EUA), Paris Saint Germain, e a lista ainda vai longe. Por onde passou, conquistou títulos. Atualmente no São Paulo,  aos 34 anos, Cristiane ainda busca um objetivo para fechar a carreira com chave, literalmente, de ouro – vencer uma Copa do Mundo.

Caras da melhor geração do futebol brasileiro, Marta, Cristiane e Formiga comemoram gol diante da Coréia do Sul [Imagem: AFP]

12 – Aline Reis

Após atuar pelo Guarani nos seus primeiros sete anos de carreira, a goleira seguiu um caminho não convencional: foi para a UCF,(Universidade da Flórida Central) onde se formou em estudo interdisciplinar -que abrange educação, saúde e sociologia – e fez mestrado com habilitação de treinadora enquanto atuava pelo time da instituição. Em seguida, se tornou preparadora de goleiros na UCLA (Universidade da Califórnia) em Los Angeles.

Decidiu seguir seu desejo de atuar pela seleção, e conseguiu. Estreou pela canarinho nas Olimpíadas de 2016 e esteve no elenco campeão da Copa América em 2018. Joga atualmente pelo Granadilla Tenerife, no futebol espanhol. Com 1,63 m, não vê a estatura como um obstáculo para defender as traves: acredita que tudo é questão de técnica.

13 – Letícia Santos

A lateral-direita de 24 anos firmou sua carreira no interior paulista com passagens por XV de Piracicaba e São José. A jogadora destacou-se no futebol brasileiro e, portanto, passou a ser convocada para as seleções de base – inclusive, participando da Copa do mundo Sub-20 em 2014.

Letícia, em 2015, aceitou proposta do Avaldsnes da Noruega e iniciou sua trajetória no futebol europeu. Após duas boas temporadas no país nórdico, transferiu-se para o Sport Club Sand do tradicional futebol alemão. A notoriedade ganhada a credenciou para a seleção brasileira, para a qual foi convocada em 2017. Desde então, nunca mais largou a camisa canarinho e é figurinha carimbada nas convocações da seleção.

14 – Kathellen

Nem só de jogadoras experientes vive a seleção. A defensora Kathellen tem 23 anos e aproximadamente um ano e meio de carreira no profissional. Além disso, sequer é conhecida no futebol brasileiro.  

Natural de São Vicente, litoral de São Paulo, ela estava prestes a desistir do futebol, já que a falta de oportunidades vinha lhe obrigando a praticar futsal. Surgiu então uma bolsa de estudos esportiva e a chance de jogar a liga universitária americana, a qual ela disputou por três universidades diferentes.

No início de 2018, Kathellen assinou contrato com o Bordeaux, da França. Em junho, suas atuações já haviam chamado atenção suficiente de Vadão, que passou a convocá-la para amistosos. Extremamente promissora, mantém status de joia do elenco nacional.

15 – Camilinha

Camila Martins começou em uma pequena equipe de futsal de São Bento do Sul, cidade do interior catarinense onde nasceu. Até os 15 anos, a lateral-esquerda atuou somente em pequenos campeonatos regionais. O grande salto da carreira só veio em 2012, quando passou a jogar futebol de campo pelo Kindermann. O sucesso no time catarinense a levou para a seleção sub-20 no ano seguinte.

Em 2014, Camilinha jogou a Copa do Mundo Feminina sub-20 e foi contratada pelo Houston Dash (EUA). Atuou por pouco tempo no time dos Estados Unidos antes de retornar ao Brasil. Aqui, jogou as Olimpíadas de 2016 e teve passagem pelo Audax-Corinthians. Hoje, aos 24 anos, ela joga ao lado de Marta no Orlando Pride (EUA).

Camilinha e Marta, companheiras, comemoram gol do Orlando Pride [Imagem: Divulgação / Orlando Pride]

16 – Bia Zaneratto

Quando criança, Bia jogava futebol em meio aos meninos, e se destacava. O preconceito que sofria, no entanto, fez com que ela desistisse do esporte e fosse jogar vôlei. O que lhe fez retornar foi um telefonema do então prefeito da sua cidade, Araraquara, pedindo-lhe para jogar na Ferroviária. Atuando por este clube, ela conseguiu a convocação para a seleção sub-17 ainda aos 13 anos de idade.

Com 17 anos já participava da seleção principal, disputando, inclusive, a Copa de 2011. Também esteve no mundial de 2015, nas últimas Olimpíadas e na Copa América do ano passado. Desde 2013, a atacante joga pelo Red Angels da Coreia do Sul e, até agora, venceu todas as seis edições da liga nacional que disputou.

17 – Andressinha

Andressinha só é pequena no tamanho. Aos 24 anos, a gaúcha possui currículo de veterana. São seis convocações para mundiais: duas pela seleção sub-17, duas pela sub-20 e duas pela principal. Ela, que atuou pela primeira vez com a camisa verde amarela aos 14 anos, ainda participou do plantel das Olimpíadas de 2016.

A meio-campista rodou por diversos times do Rio Grande do Sul, estado onde nasceu. Entre 2015 e 2017, passou pelo Houston Dash e hoje joga pelo Portland Thorns (EUA). Andressa, dribladora e extremamente habilidosa, atua tanto como volante, quanto como meia-atacante.

18 – Luaninha

Ainda bem jovem, Luana rodou por clubes do estado de São Paulo, tais como São Bernardo, Corinthians e São Caetano, até firmar-se no Centro Olímpico, pelo qual foi vice-campeã paulista e da Copa do Brasil. De lá, assinou com o Avaldsnes, onde ganhou destaque no cenário europeu. Atualmente joga pelo Hwacheon KSPO, da Coreia do Sul.

A meio-campista já vestiu a amarelinha pelo sub-17 e pelo sub-20. Estreou na principal em 2012, mas só esteve presente até então em jogos e torneios amistosos. Para esta Copa do Mundo, Luaninha não era a primeira opção de Vadão, mas foi incluída na lista depois que Adriana Leal rompeu ligamento do joelho esquerdo e teve de ser cortada.

19 – Ludmila

A história da atacante no futebol teve um início incomum. Diferente da grande maioria dos atletas, a paulista não jogou em categorias de base. Começou sua carreira no time profissional do Juventus, onde foi treinada pela ex-técnica da seleção brasileira Emily Lima.

Do futebol paulista, Ludmila se transferiu para o Atlético de Madrid, onde ainda atua. Natural de Guarulhos, a paulista praticou atletismo antes de jogar futebol, o que explica uma de suas principais características – a velocidade.

20 – Raquel

A atacante iniciou a carreira aos 15 anos no Atlético Mineiro. Teve passagens por Rio Preto e Ferroviária e, então, fez carreira na China pelo Changchun Dazhong. Ainda retornou ao Brasil para atuar pela vitoriosa parceria Corinthians-Audax, antes de transferir-se para o espanhol Sporting de Huelva – onde joga atualmente.

Com a amarelinha desde 2014, Raquel jogou uma Copa do Mundo e um Pan-americano já no seu segundo ano pela seleção. Fez parte do elenco das Olímpiadas de 2016 e chega em 2019 para disputar seu segundo mundial.

21 – Mônica

Mesmo com o corte de Érika, a seleção ainda possui uma defensora corinthiana no elenco para o mundial. Recentemente contratada pelo Timão, Mônica foi revelada no Internacional. Ela já passou também por várias equipes de dentro e fora do país, sendo a primeira brasileira a vestir a camisa do Orlando Pride (EUA) e do Adelaide United (Austrália).

A zagueira começou na seleção ainda no sub-20, e vem integrando o elenco brasileiro nas principais competições desde 2014, o que inclui a conquista das duas últimas edições da Copa América, o ouro Pan-Americano e participações na última Copa e nas Olimpíadas.

Mônica (direita) marcou duas vezes nos 3 a 0 sobre o Chile, na final da Copa América 2018 [Imagem: Lucas Figueiredo / CBF]

22 – Lelê

A jovem de 24 anos construiu sua carreira até aqui apenas em times brasileiros. E isso não é demérito algum, já que não faltam títulos à goleira. Integrava o elenco do São José durante a avassaladora temporada de 2014, na qual a equipe venceu o Paulistão, a Libertadores e o Mundial. Mais tarde, transferiu-se para a parceria Corinthians-Audax, onde fez parte da conquista da Copa do Brasil em 2016 e se destacou na Libertadores de 2017. Com o fim da associação entre os dois clubes, Lelê permaneceu no Corinthians e foi campeã do Brasileirão 2018.

Vem participando da seleção brasileira desde o sub-20, categoria pela qual já foi bicampeã sul-americana. Na principal, esteve nos plantéis da Copa do Mundo de 2015 e do título da Copa América no ano passado.

23 – Geyse

Caçula do elenco, com apenas 21 anos, a atacante surgiu como um fenômeno nas seleções de base do Brasil. Ainda muito nova, deixou o país quando saiu do Corinthians contratada pelo Madrid. No meio de 2018, aceitou uma proposta do Benfica, onde atua até hoje. Natural de Maragogi, a alagoana é considerada uma das jogadoras mais promissoras do mundo.

Elenco que irá representar o Brasil na Copa do Mundo [Imagem: Tamara Nassif / Comunicação Visual – Jornalismo Júnior]

A seleção não chega em seu melhor momento para o torneio. O time vem de nove derrotas sob o comando do técnico Vadão. Desde sua chegada, em setembro de 2017, o treinador não conseguiu implementar um padrão tático que fizesse a equipe engrenar. “Acho que [o Brasil] devia ter continuado com a Emily, que tinha uma identificação com as jogadoras e com o estilo de jogo. É uma pena elas terem perdido os últimos jogos. Mas acho que a torcida acompanhando pode ajudar.” considera Laura Neves, repórter do SporTV, que possui grandes expectativas para a primeira Copa feminina a ser transmitida em TV aberta no país.

As brasileiras estreiam na Copa do Mundo neste domingo (9) às 10h30 da manhã no horário de Brasília. O time titular, que atuará diante da Jamaica, ainda é um mistério. A certeza é de que o elenco, que conta com uma mescla de atletas jovens e experientes, está  preparado para realizar uma grande campanha na competição.

Marta beija a taça da Copa América feminina [Imagem: Lucas Figueiredo / CBF]

Arquibancada
O Arquibancada é a editoria de esportes da Jornalismo Júnior desde 2015, quando foi criado. Desde então, muito esporte e curiosidades rolam soltos pelo site, sempre duas vezes na semana. Aqui, o melhor de todas as modalidades, de todos os pontos de vista.
VOLTAR PARA HOME
DEIXE SEU COMENTÁRIO
Nome*
E-mail*
Facebook
Comentário*