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O que toca na Sala33: Funk
Escuta Aí
20 jul 2018 | Por Jornalismo Júnior

O Sala33 traz uma playlist para enaltecer o gênero que representa uma ampla faceta de cultura  popular no país. Com hits recentes e antigos, a ideia é mostrar um ritmo em constante transformação e enriquecimento, além de ser, efetivamente, brasileiro!

 

 

Din Din Din – MC Ludmilla feat. MC Pupio e MC Doguinha (Maria Eduarda Nogueira)

Feita para ativar o nosso “modo Lud”, Din Din Din é um daqueles funks que envolve desde o primeiro segundo! Nele, MC Ludmilla assume uma postura de muita liberdade e dá um ultimato pro boy: ou assume ou larga! Afinal, “tá com ciúme? Pega na mão e assume”.

Amor de verdade – MC Kekel e MC Rita (Maria Eduarda Nogueira)

Um funk romântico? Isso mesmo! “Amor de verdade” é uma daquelas declarações sem medo e que, de quebra, ainda nos fazem dançar muito. O ritmo é mais suave, contrastando com os pancadões típicos do gênero, mas agrada muito os ouvidos (e o coração) de quem escuta!

Tic Tac – Mc Lan e Lucas Lucco (Mariana Arrudas)

Tá chegando a hora… Quem nunca dançou com ao som dessa música em alguma festinha? Ela é ótima pra fazer o quadradinho (ou tentar). Anima qualquer pessoa e quando ela começa a tocar, chega a hora de levantar e ir dançar.

Meiga e Abusada – Anitta (Mariana Arrudas)

QUE SAUDADE DA MINHA ANITTA DO FUNK! Essa música é de longe a minha preferida, sempre me pego cantando “poderosa, eu sou quase um anjo”. Quem não ama essa era da Anitta? E ela não podia ficar de fora dessa playlist!

5 Mentes – Mc Pedrinho e Mc Davi (Mariana Arrudas)

Essa música tem uma historinha por trás da letra, e a batida é muito boa! Eu adoro ela demais, é bem chiclete e dançante! Me lembra dos churrascos da turma do ensino médio!

Rap Glamurosa – Mc Marcinho (Mariana Arrudas)

SE QUISER FALAR DE AMOR, FALE COM O MARCINHO! Essa eu dançava quando eu nem sabia o que era funk direito! Ela me deixa 100% nostálgica e eu realmente não entendo porque ela parou de tocar nas festas!!!

Os Muleke é Liso – Mc Rodolfinho (Mariana Arrudas)

Essa já foi até dança na escola! É só ouvir “Paparazzi tá de olho em nós” que todo mundo já sai improvisando uma coreografia própria pra honrar esse hit! Essa tinha que estar em todas as playlists de funk do Brasil.

Nossa que Absurdo – Mc Nando Dk e Jerry Smith (Mariana Arrudas)

Que baile é esse que tá o maior do mundo? Essa música toca em 9 de cada 10 carros que passam aqui nas ruas do São Rafael. O beat é ótimo e contagianteeee.

Fazer Falta – Mc Livinho (Mariana Arrudas)

Sei cantar essa música de cor e salteado e já vi um milhão de vezes a coreografia do Daniel Saboya, não vou negar! Além disso ela foi um dos maiores sucessos em 2017, todo mundo tweetou alguma parte dela!

Solta a Batida – Ludmilla (Pedro Ezequiel)

Com ela é funk todo dia! Juntamente com o seu outro sucesso lançado e indicado aqui na nossa playlist, Lud canta essa sua música para todas as pessoas que estão com muita vontade de ir para a balada ou para o baile e dançar sem ser incomodadas pelos outros.

Azul Piscina – Mc Livinho (Pedro Ezequiel)

Tem hora que a gente cansa do serviço e se irrita com o patrão folgado, dando aquela vontade de mandar ele … Enfim, esse batidão fala sobre isso e dá um dica muito boa pra relaxar: amigos, piscina e, lógico, funk!

Vai Malandra – Anitta, Mc Zaac e Maejor ft TropKillaz e DJ Yuri Martins(Pedro Ezequiel)

Com um refrão que gruda na cabeça na primeira vez que você escuta e muitas pessoas envolvidas na letra e produção, “Vai Malandra” é, certamente, um dos maiores sucessos do funk na atualidade e conta com um ritmo muito bem construído para envolver quem ouve.

Automaticamente – Mc Maromba e Mc Leléto (Pedro Ezequiel)

Tem gente que vive no automático: tocou um funk e já vai dançar. Afinal, não tem ritmo melhor do que ele para dançar. Essa dupla lançou esse funk justamente pra você ficar no automático e “embrazar” com toda liberdade.

Um Brinde – Marília Mendonça, Maiara e Maraisa, Dennis DJ (Pedro Ezequiel)

Calma, o repórter não enlouqueceu. Esse triodo mundo sertanejo se juntou pra cantar funk e não tem problema algum nisso. O funk tem várias ramificações e diversidade, o que foi muito bem utilizado por elas e pelo DJ. A música, em si, trata sobre quem consegue ir pra balada e, após alguns generosos goles de bebidas, curtir a noite.

Boladona e Atoladinha – Tati Quebra Barraco (Daniel Medina)

Quem nunca passou uma madruga boladona… Voltando um pouco às antigas, temos Tati Quebra Barraco como uma das representantes do funk carioca em sua batida ainda mais raiz. É possível notar a diferença entre a abordagem antiga e atual, principalmente em termos de letra e canto. As duas músicas clássicas trazem o uso característico da batida do funk carioca no início da década de 2000.

Eu só quero ser feliz – Mc Marcinho (Daniel Medina)

Talvez uma das letras que mais evidenciam a base do funk carioca e o verdadeiro teor de imponência utilizando o ritmo como forma de expressão, mas também de denúncia e resistência. Dialogando com aspectos sobre a violência da favela e as desigualdades sociais profundas da sociedade brasileira, a batida tradicional do funk traz à tona essa dupla forma de expressão e enaltece o gênero como preocupado com suas origens e no reconhecimento da sua identidade.

Vou Passar Cerol Na Mão – Bonde do Tigrão (Daniel Medina)

Talvez o maior sucesso do Bonde do Tigrão e a música mais marcante do funk dos anos 2000, chegou a ser executada vinte vezes por dia em algumas rádios do país no começo da década. Talvez seja a melhor forma de encerrar essa parcela de músicas antigas, evidenciando a trajetória do gênero ao longo dos anos e como mudou até o que se tornou nos dias de hoje.

Um Beijo – MC Xuxú (Daniel Medina)

Além de utilizar a prática comum de sample no funk (pegando trechos de músicas para usar como base do novo ritmo), MC Xuxú mostra ainda outra faceta do funk como gênero que engloba e possibilita diferentes narrativas e é veículo de expressão para todos os tipos de pessoas. Ao mandar um beijo pras travestis, MC Xuxú chama para quem poderia estar de fora para a comemoração e reconhecimento em torno do funk.

Por Equipe do Sala33

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